Luz TV - Gospel Web TV

Redes Sociais

NOTICIAS

voltar
PARE DE HISTERIA A JUSTIÇA NÃO AUTORIZOU A CURA GAY

25/09/2017

PARE DE HISTERIA A JUSTIÇA NÃO AUTORIZOU A CURA GAY

(Fonte: ilisp)

  Muita polêmica "rodou" nas redes sociais e conversas em grupo, sobre a famosa autorização da justiça para a "cura gay". O caso não passa de um título sensacionalista para polemizar uma questão de descriminalização de tratamento e estudos voluntários a respeito de sentimentos homossexuais.  

  Toda essa movimentação, só mostra o quanto estamos acostumados a conformar com o que nos é repassado, sem checar fontes ou pensar em verificar o que realmente representa para a sociedade. Estamos tão saturados de ideologias de gênero, que tudo o que lemos na rede ou em qualquer lugar se torna um reflexo de homofobia ou descriminalização. (Sem contar que fobia de algo, é ter medo de um tipo de comportamento ou objeto - não de ir contra um pensamento ou ação) 

  O juiz no caso da "cura gay", mais uma vez polemizada pela mídia nada mais fez que incluir nas permissões dos direitos dos psicólogos, autorização para acompanhamento, estudo e auxilio psicológico em QUALQUER caso de homoafetividade, tanto para os 'heteros', quanto para homossexuais. Não há discriminação. 

  Só não dá para entender o tamanho da ameaça que uma autorização como essa poderia ter diante às atividades homoafetivas. 

  De acordo com o Advogado e mestre em Direito pela PUC-SP, Antônio de Moura: "Quem afirma que esta decisão judicial “tratou a homossexualidade como doença” ou que “foi instalada a ‘cura gay'” é muito desonesto ou analfabeto. Não há meio termo. É desonesto quem entendeu – e sabe que não é nada disso. É analfabeto quem leu e não entendeu – porque o Juiz Federal não disse nada (nada!) sobre considerar doença."

  Moura ainda acrescentou: “Pelo contrário, a decisão preserva a redação integral da Resolução nº 01/1999 do Conselho Federal de Psicologia, apenas afirmando que “a fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela Resolução deve ser aquela no sentido de não privar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura“.

No dispositivo é possível perceber que a determinação judicial consiste apenas em “determinar ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete (a Resolução nº 01/1999) de modo a impedirpsicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re)orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia”.

A decisão judicial é, portanto, correta. Não fere a orientação sexual de ninguém, não trata qualquer condição sexual como doença e apenas garante que, se o indivíduo quiser – mediante escolha livre e consciente – procurar um psicólogo, terá o direito de ser ouvido e o profissional poderá realizar estudos e atendimentos reservados, tudo para que seja preservada a vontade espontânea do paciente. É algo mais ou menos assim: se um homem que se diz heterossexual precisa de ajuda e orientação para tornar pública a sua homossexualidade, ele pode procurar um psicólogo e o profissional poderá ajudá-lo no enfrentamento dessa etapa. A decisão permite apenas o caminho inverso. Que mal há nisso?”

 

Newsletter

Receba as notícias e atualizaçõesda LUZ TV em seu e-mail, cadastre-se abaixo:

Formulário de Cadastro de E-mail